Grupos de encapuzados atiraram pedras e coquetéis molotov contra o prédio. Crianças foram retiradas de prédio ao lado.
Uma grande coluna de fumaça se erguia sobre o prédio no final da tarde, em meio à ação dos bombeiros e da Guarda Nacional, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.
No prédio funciona um órgão auxiliar do TSJ, a administração e inspetoria do Poder Judiciário, alvo frequente de manifestantes desde o início da atual onda de protestos contra Maduro, que já deixou 66 mortos e mais de mil feridos.
O TSJ anunciou nesta segunda-feira que mudará a instituição de local por considerar Chacao "um território sem lei".
Uma grande coluna de fumaça se erguia sobre o prédio no final da tarde, em meio à ação dos bombeiros e da Guarda Nacional, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.
No prédio funciona um órgão auxiliar do TSJ, a administração e inspetoria do Poder Judiciário, alvo frequente de manifestantes desde o início da atual onda de protestos contra Maduro, que já deixou 66 mortos e mais de mil feridos.
O TSJ anunciou nesta segunda-feira que mudará a instituição de local por considerar Chacao "um território sem lei".
Crianças afetadas
Os manifestantes também atacaram uma agência do Banco Provincial que, segundo o jornal "El Universal", fica ao lado do prédio do TSJ.
O ministro da Habitação da Venezuela, Manuel Quevedo, também denunciou pelo Twitter que o prédio do ministério, que também fica ao lado do edifício do TSJ, foi atacado e profissionais e crianças que estavam dentro dele foram retirados às pressas.
Fonte G1
Os manifestantes também atacaram uma agência do Banco Provincial que, segundo o jornal "El Universal", fica ao lado do prédio do TSJ.
O ministro da Habitação da Venezuela, Manuel Quevedo, também denunciou pelo Twitter que o prédio do ministério, que também fica ao lado do edifício do TSJ, foi atacado e profissionais e crianças que estavam dentro dele foram retirados às pressas.
Fonte G1

