O Maranhão alcançou o segundo lugar no indicador de Resultado
Primário do Ranking de Competitividade dos Estados, ficando atrás apenas do
Espírito Santo em todo o país. O desempenho histórico reflete a melhora na
gestão fiscal e garantiu ao estado uma subida de quatro posições em relação ao
ano anterior.
O indicador faz parte do pilar de Solidez Fiscal, no qual o
Maranhão também registrou um dos maiores avanços da série histórica, com alta
de 18 posições.
O Resultado Primário é calculado pela diferença entre a
receita primária (como impostos e contribuições) e a despesa primária (gastos
com saúde, educação, infraestrutura e funcionalismo), sem considerar os juros
da dívida pública. O valor é dividido pelo PIB nominal do estado, gerando o
ranking elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).
Avanços na gestão fiscal
Nas redes sociais, o governador Carlos Brandão comemorou o
resultado e destacou o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.
“Esse indicador positivo é reflexo de uma gestão responsável
e nos permite seguir honrando compromissos e investindo em ações e obras que
melhoram a vida dos maranhenses”, afirmou o governador.
Além do bom desempenho no Resultado Primário, o Maranhão
também se destacou em outros índices do pilar de Solidez Fiscal:
Despesa com pessoal: pontuação de 98,7, superior à média
nacional;
Regra de Ouro: avanço de 15 posições;
Índice de Liquidez: alta de 14 posições;
Solvência Fiscal: melhora de quatro posições.
“Gestão comprometida com metas fiscais”, diz secretário
O secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Vinícius
Ferro, afirmou que o resultado é fruto de um trabalho técnico voltado à
transparência, liquidez e qualidade fiscal.
“Cada bom resultado como esse demonstra o quanto a gestão do
governador Carlos Brandão é empenhada em cumprir as metas fiscais, garantir
governança eficiente e dar mais capacidade ao estado de atrair investimentos”,
destacou o secretário.
O desempenho no Ranking de Competitividade reforça o
posicionamento do Maranhão como referência em responsabilidade fiscal, mantendo
equilíbrio entre gestão de recursos, investimentos públicos e desenvolvimento
econômico sustentável.