BACABAL –
A angústia marca a rotina da família das crianças desaparecidas há exatamente
um mês. Sem informações concretas sobre o paradeiro de Ágatha e Allan, a mãe
Clarice Cardoso faz um apelo emocionado por qualquer notícia que possa ajudar a
esclarecer o caso.
“Eu não desejo pra ninguém essa dor, uma dor insuportável. Cada dia só piora, a
gente não tem notícia”, relata mãe das crianças desaparecidas. “O que eu quero
é que eles me deem uma notícia para eu aliviar meu coração. Se alguém pegou,
coloque num lugar que alguém possa ver e devolver eles”, pediu.
A Polícia Civil informou que já colheu vários depoimentos, mas até o momento
não há pistas concretas sobre o paradeiro de Ágatha e Allan. As investigações
estão concentradas na Comissão de Investigação responsável pelo caso.
Segundo o delegado-geral Éderson Martins, não existe um
único foco principal, mas uma das linhas de apuração segue desde o início. Há
uma linha de investigação que aponta que eles teriam entrado na mata, mas se
perderam por não encontrarem o local onde queriam chegar, de acordo com o
delegado.
A falta de respostas sobre as crianças desaparecidas tem abalado toda a família. “Tá sendo um pesadelo, uma angústia que não termina, não acaba, e a gente sem nenhuma informação de nada”, desabafa a avó, Francisca Cardoso.
Primo encontrado ajuda nas buscas pelas crianças desaparecidas
Nas últimas semanas, Anderson Kauã esteve na mata acompanhado do pai, na tentativa de reconstituir o trajeto feito com os primos antes do desaparecimento. No entanto, a ação não trouxe novas informações para as investigações.
As buscas continuam com o apoio de equipes especializadas em salvamento e em áreas rurais, que seguem atuando na região.
Com Informações: https://imirante.com